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日志


1月31日

O joguinho meia-boca de ontem

Pois é, gente, desse jeito não dá. Se quando ainda estamos no início, jogando com times pequenos como o de ontem não fazemos nada, imaginem só quando estivermos na reta final, todo mundo se matando pra chegar lá. Se for juntar todos os lances desperdiçados de ontem acho que dava pra ganhar uns 3 jogos - e de goleada.

O mal do começo do campeonato é que parece que o começo não conta, fica assim nesse vai-não-vai, depois ficamos correndo atrás do prejuízo. E correr atrás do prejuízo é fria, ainda mais enquanto os outros estão correndo atrás do campeonato.

O jogo de ontem nem dá pra comentar, a expulsão foi o de menos, nem atrapalhou porque quem saiu não estava mesmo fazendo nada. Parece que ontem não era o dia dos grandes times, com excessão do São Paulo, os outros se ferraram. Inclusive e principalmente o Corinthians, que parece que já se conformou com o rebaixamento e está bem confortável onde está.

Eu sou corintiana há muito tempo e estou acostumada com futebol de garra e vontade. Já revertemos resultados pra lá de desfavoráveis, os jogadores davam o sangue e honravam a camisa. Agora parece que os jogadores estão fazendo um treino, reconhecimento de campo, sei lá. Jogo é que não é.

Espero ainda nesse campeonato (ou nesse ano, nesse século, do jeito que a coisa vai...) ver meu time acordar e voltar a ser o Corinthians de antigamente, que brigava - no bom sentido - até o final, não se entregava. Aí terei gosto de ver os jogos e depois gritar bem forte: "Timão, eh-ôh!".

(por Zailda Mendes)

1月30日

Michele em São Paulo

Minha filha Michele acabou de sair pra pegar o ônibus de volta pra Pacaembu. Ela ficou aqui quase um mês, vou sentir saudade. Bom que será por pouco tempo, porque ela está indo pra Pacaembu apenas buscar suas coisas, porque passou no concurso do fórum e deverá assumir dia 13 de fevereiro.

Quando ela vier de novo será em definitivo, e vai ficar aqui em casa até conseguir um lugar pra morar. Vai ficar apertado, mas a gente dá um jeito.

Parece mentira, há menos de 2 anos eu vim pra cá com a cara e a coragem, não tinha casa de mãe pra ficar mas tinha a casa da comadre - e hoje sogra - e afinal tudo deu certo.

Logo que cheguei foi uma barra, emprego novo, ambiente novo, namorado novo... aos poucos tudo foi se ajeitando e hoje estou aqui na minha casinha, recém-casada, a Michele logo vem pra cá, o Alan deve vir no final do ano pra morar comigo e a Adeline parece que está com planos de vir também. O Juninho vai ser chamado no presídio, não sabe se fica em Bauru ou se vem pra São Paulo...

É como o Marques diz: agora que a pata veio pra São Paulo, os patinhos vêm atrás.